A iluminação é um aspecto fundamental quando se fala em decoração de interiores. Não importa quão bem decorada está uma sala ou um quarto, se a iluminação não for apropriada, este cômodo não fica completo.
Nas palavras de Jóia Bergamo, designer e luminotécnico, “Luxo é usar e aproveitar todos os ambientes de sua casa, com conforto e bem estar”. O jogo de luzes é feito para criar uma sensação de bem estar e conforto em determinado espaço da casa e, se feito inadequadamente não produz o efeito desejado podendo proporcionar até mal estar.
Existem três tipos de iluminação: a difusa, que ilumina o espaço por inteiro; pontos de luz direta, que iluminam somente determinada área de trabalho; e a indireta com foco rebatido, que pode tanto iluminar a sala inteira, quanto ser dimerizada para criar outro ambiente.
O importante na decoração de interiores nos dias de hoje é trabalhar em conjunto com outros profissionais – como engenheiros elétricos e de automação e luminotécnicos – para conseguir o melhor aproveitamento daquele espaço. Com instalações flexíveis e bem dimensionadas, o trabalho do designer ou do luminotécnico fica mais simples e o projeto inicial, possível.
A grande maleabilidade de usos possíveis de um determinado cômodo da casa, coisa que antigamente não existia, tornou necessária uma adaptação no sistema de iluminação. Não é confortável e revigorante mergulhar em uma banheira de sais e com música suave, se a iluminação é tão forte quanto a necessária para maquiar-se ou fazer a barba. E vice-versa. O mesmo conceito vale para uma sala de estar. Hoje se quer ter a liberdade para tanto ver um filme com luz mais fraca, quanto poder trabalhar nela. E é o trabalho do arquiteto, do designer e do luminotécnico tornar isso possível. Para tanto, utilizam-se os mais variados equipamentos e estratégias.
Só em matéria de lâmpadas, existem as com um acabamento leitoso, foscas, as amareladas e até coloridas – muito utilizadas em cromoterapia. Podem ter alta ou baixa potência, ser rebatidas nas paredes, chão, teto, ou ainda focar em algum objeto que se deseja destacar. Também é possível adicionador filtros e com cores e efeitos diversos.
O coringa da iluminação é o led (diodo emissor de luz), pois são extremamente pequenos, têm baixo consumo de energia e vida útil de 50 mil horas. Além da economia de espaço e energia, o led não demanda manutenção freqüente e pode ser encontrado em uma grande variedade de cores. E, como bônus, evitam o grande faux-pas da decoração de interiores: não poluem o ambiente com muitas luminárias e cabos pendentes.
Guinter Parschalk, lighting designer, diz em seu site que “a luz revela e qualifica o caráter formal, funcional e emocional dos espaços construídos”. Portanto, é a iluminação que causa a primeira impressão da arquitetura, e, como tal, deve ser trabalhada com cuidado.
Quando se trata do seu bem estar e conforto na sua própria casa, não se brinca. Pense em todas as atividades que serão feitas em cada ambiente, e instrua o designer, o arquiteto ou o luminotécnico. Baseando-se nas suas necessidades e preferências, será montado um cenário personalizado e agradável em cada canto da casa. Entre tantos tipos de lâmpadas, localização, uso e cor, escolha um bom profissional de decoração de interiores para guiar você em seu projeto.
Fontes:
http://www.decorabrasil.com.br/
http://lumouradecora.blogspot.com/2007/03/dicas-de-iluminao.html
http://www.joiabergamo.com.br/
http://www.studioix.com.br/sobre.php
http://casa.abril.com.br/canais/iluminacao/iluminacao_213776.shtml
http://casa.abril.com.br/arquitetura/edicoes/0254/fechado/eletrica/mt_283167.shtml






